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O Aceitamos Cerveja Como Bebida Isotónica?

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Essa é a pergunta que, com esse calor, tem mais de apelação que de outra coisa. Você tem a cerveja que tem de ter para ser considerada uma bebida isotônica? Antes de aprofundar em tão enjundioso debate, Pedro Manonelles, presidente da Sociedade Espanhola de Medicina do Esporte e diretor da Cátedra Internacional de Medicina do Esporte da Universidade Católica de Murcia (UCAM), esclarece um conceito primordial. Quando é que têm de ser tomadas?

Quais são as funções dessas ‘poções’? Sociedade Espanhola de Medicina do Esporte. O que devem ter para cumprir tua função? Não menos de 80 kcal por litro. Não mais de 350 kcal por litro. Ao menos 75% das calorias vêm de carboidratos com grande índice glicêmico (glicose, sacarose, maltrodextrinas). Não mais de 9% de hidratos de carbono: 90 gramas por litro. Não menos de 460 mg de sódio por litro (quarenta e seis mg por cem ml / vinte mmol/l).

Não mais de 1150 mg de sódio por litro (115 mg por cem ml / cinquenta mmol/l). Osmolalidade entre 200-330 mOsm/kg de água. É mais, Manonelles adiciona que “as composições que vimos de determinadas cervejas, que se avisaram como bebidas de reposição não cumprem de modo um as características descritas antecipadamente”. E cerveja sem álcool?

Muitas mulheres experimentam certos transformações físicas e de posicionamento associados com as diferentes fases do estágio menstrual. Em algumas mulheres, estas modificações são graves, ocorrem regularmente, e incluem estados de depressão, irritabilidade, modificações emocionais e físicos. Estas transformações, populares como síndrome pré-menstrual, ou transtorno disfórico pré-menstrual, tipicamente começa após a ovulação e, gradualmente, aumentam, até que começa a menstruação. As flutuações no estado de humor durante o pós-parto conseguem diversificar desde “baixas” passageiros do estado de ânimo que ocorrem neste momento depois do parto, até capítulos de depressão preocupante que se transformam em depressões graves, incapacitantes e psicóticas.

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Há estudos que sugerem que as mulheres que sofrem de depressão dramático após o parto, várias vezes tiveram episódios anteriores de depressão, embora estes não podem ter sido diagnosticados e a paciente não ter recebido tratamento. A gravidez (se desejado) improvavelmente é um fator contribuinte para a depressão, e o aborto não parece ampliar a incidência de depressão. As mulheres que têm dificuldades de infertilidade conseguem tentar extrema ansiedade ou aflição, entretanto não foi determinado se isto contribui para o acrescentamento da incidência de depressão. Ademais, a fase de ser mãe pode ser de grande traço para a depressão, o stress e as exigências inerentes. A menopausa, em geral, não representa um acrescento no traço de depressão.

Concretamente, há estudos que esclarecem que a depressão no decorrer da menopausa, a despeito de anteriormente se considerava como um transtorno específico, não é desigual da de algumas idades. As mulheres mais propensas a sofrer de depressão durante esta etapa são aquelas com um histórico de capítulos depressivos prévios.

quanto à depressão, em geral, a taxa prevalecente de depressão entre as mulheres de origem africana e hispânica continua a ser o dobro da dos homens da mesma origem. Há certos fatores, entretanto, que apontam que a depressão sério e a distimia possivelmente são diagnosticados com menos freqüência em mulheres afro-americanas e com um pouco mais periodicidade em hispânicas do que em mulheres brancas.

O dado de prevalência para outros grupos raciais e étnicos, não é definitiva. Os sintomas podem se exibir de maneira diferenciado, e isso pode influenciar o que se distinguir e diagnosticar a depressão em que as minorias. A título de exemplo, os afro-americanos são mais propensos a queixar-se de sintomas somáticas, como a modificação de apetite e mal-estares e dores no corpo.

Ademais, a maneira em que as pessoas percebem os sintomas da depressão depende de sua cultura. Tais fatores devem ser considerados ao se trabalhar com mulheres de diferentes origens étnicas. Há estudos que declaram que as mulheres que foram perseguidos ou agredidas sexualmente em sua infância tendem mais a sofrer de depressão em algum momento de sua existência em comparação com as que não tiveram essa experiência.