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Nomeação Do Generalíssimo Franco

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A nomeação do generalíssimo Franco teve ambiente no dia vinte e um de setembro de 1936, no aeródromo de San Fernando (Salamanca), durante uma reunião de altos comandos militares do setor do exército que tinha o suporte ao anterior mês de julho. A nomeação foi oficializada pelo Conselho de Defesa Nacional, no dia 30 do mesmo mês, de modo simultânea, com a nomeação de Franco como chefe do Governo, que teve recinto no dia 28 de setembro.

A apertada vitória do esquerdista Frente Popular nas eleições de fevereiro de 1936, fez patente o grau de confronto social existente. No período posterior, acentuou-se a dureza política, com ataques a líderes e confrontos de rua entre grupos falangistas e revolucionários.

A isso ajudava a atuação ainda mais radicalizada das duas principais forças políticas, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) e a Confederação Espanhola das Direitas Autônomas (CEDA). Dado que o Governo de Casares desconfiava de agradável número de gerais, realizou outras medidas preventivas. Deixou os gerais Fanjul, Orgaz, Villegas e Saliquet em circunstância de disponíveis e mudou-se pra Franco às ilhas Canárias, a Goded as Baleares e a Mola Navarra.

Essa política irritou alguns deles, como no caso de Franco, que considerava seu novo destino, como um injusto desterro. O oito de março, um dia antes de sua viagem para as ilhas, Franco participou de uma reunião que decorreu em Madrid, na moradia de José Delgado —amigo de Gil Robles—. Participaram dela também é Legal, Fanjul, Orgaz, Villegas, Varela, Rodríguez, do Bairro, Saliquet, García de la Herrán, Ponte, Carrasco González e o tenente-coronel Galarza —este último em representação da União Militar Espanhola (UME)—. —então exilado em Portugal— não em tão alto grau por sua participação no golpe de Estado frustrado de 1932, quanto por sua situação de militar de maior graduação e idade entre os conspiradores.

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Mola trazia também o tratado de seus antigos subordinados pela África Sáenz de Buruaga, Beigbeder, Yagüe e Tella. Goded estava ausente, entretanto todos contavam com ele. O acordo era ceder o golpe de Estado se desataba uma revolução, se o governo retirava da Guarda Civil ou reduzia a oficialidade, ou se Largo Caballero chegava à presidência do governo. Não se chegou a apoiar com o caráter político do “movimento militar”, entretanto sim se chegou a fixar a data do golpe: no dia 20 de abril. Mola foi posto à frente dos preparativos, tendo plenos poderes organizacionais, mas não comando supremo.

Apesar de teu comparecimento à reunião, Franco evitou comprometer-se a fundo na conspiração. Na realidade, houve muitas ações simultâneas. A UME, uma agregação clandestina de muitas centenas de chefes e oficiais antiizquierdistas, teve um papel de destaque. Também os carlistas tencionavam começar uma rebelião. E a Falange, consciente de tua própria fraqueza, teve que contar com os militares. Em Madrid, uma conservadora “junta de generais” tentava coordenar esforços com insuficiente sucesso.

A destituição do Presidente Alcalá-Zamora no início de abril e a dureza nas ruas, estiveram com o foco de ultrapassar o golpe, visto que a referida junta assinalou no dia 20 de abril pra um golpe que levaria o general Rodríguez do Bairro. Todavia, a intentona foi cancelada poucas horas antes de tua execução, devido à sua evidente ausência de preparação.

As suspeitas do Governo levaram à detenção de Orgaz nas Canárias e Varela em Cádiz. Foi assim como Mola quem manteve contatos, que seriam transcendentais, com os generais Queipo de Llano e Cabanellas. No conclusão de junho, a operação foi concebida. Não há registro de que Franco participasse ativamente dos preparativos apesar de as versões posteriores nesse significado. As exigências dos numerosos setores exasperaron a Mola, que esteve com o propósito de abandonar e até pensou em regressar pra sua Cuba natal, porém seguiu em frente com a trama.

A indecisão de Franco manteve-se quase até o desfecho, fazendo-o discursar a Sanjurjo “com Franquito ou sem Franquito iremos enviar pra Espanha”. Apesar de tua inexistência de explicação, Franco era visto por vários como um possível líder de um golpe militar.