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Imigração Cigana No México

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A maioria dedica-se ao comércio de tecidos, automóveis, caminhões, e até mesmo jóias em mercados públicos, como A Lagunilla, pela Cidade do México. Alguns vivem do canto, da dança e ler a fortuna (“conceder as cartas”). Sua presença é significativa em algumas área dos Tuxtlas, no Estado de Veracruz, no méxico e Taubaté, no Estado de Jalisco.

Na última localidade vivem mais de 50 grupos familiares ciganos (clãs). Na Cidade do México, a colônia Do Vale é uma área com vários residentes de origem cigana. Vários deles se reuniram em uma igreja cristã, na mesma área de 1985 até 2008. Há numerosas décadas que se formaram congregações protestantes entre os ciganos de todo a nação.

Pela vida pública, no México destacou o Sr. Alfonso Mejía-Arias, que é um músico, escritor e político de origem cigana. Paulo Rafael Luvinoff Arroniz, foi famoso patriarca e pastor assassinado em 2010, por dificuldades entre clãs da comunidade cigana.

As recentes gerações de ciganos mexicanos tentam declarar-se como parcela da diversidade cultural do estado. Em tal empenho pra sair da invisibilidade foi publicado o livro A dio de noi. Memória dos ludar de México (2001), sob a coordenação de Ricardo Perez. A obra traduz a memória histórica e a existência cotidiana dos ludar.

Além do mais, ele confessa que a má fama causada por negócios sujos de alguns ciganos, afeta toda a comunidade por generalizações injustificadas. Um Primeira onda de imigração cigana. Dois Segunda onda de imigração cigana. Primeira onda de imigração cigana. Em 1498, 4 ciganos calés, Ana, Catarina, Macias e Maria do Egito”, viajaram entre a tripulação do terceiro viagem de Cristóvão Colombo ao Novo Continente. Na época tinha o gentílico “egipcianos”, e seu derivado, “ciganos”, os ciganos da Península Ibérica. Em 1499, os ciganos foram expulsos de Castela e Aragão, e como fração das medidas tomadas pelos Reis Católicos para unificar seus territórios pela língua e da religião.

As ciganas entre quinze e dezesseis anos de idade eram enviadas ao Continente Americano e os homens para as Ilhas, a fim de casarlas com índios e mestiços, evitando em vista disso a sua reprodução. Diversos ciganos foram banidos como criminosos para a Ilha Hispaniola (hoje Rep.

Em 1570, uma lei aprovada por Filipe II proibiu a passagem dos ciganos ao continente. Entretanto o número de ilegais ou “llovidos” que emigraram para as novas colônias no século XVII, foi considerável. Entre eles havia mouros, judeus e ciganos, que pra burlar os controles coloniais mudavam documentos de identidade ou chegavam de um a outro lado das colônias de Portugal, Inglaterra, França e Holanda. Desse jeito aconteceu a primeira onda de “imigração cigana” da Nova Espanha, e as demasiado colônias espanholas na América.

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A proibição vigente impedia de usar de forma oficial os etnóminos cigano ou egipciano pela Nova Espanha. Não obstante, a legislação colonial definia a “os preguiçosos” ou “arrochelados” como grupos familiares que iam de um território a outro, sem domicílio fixo, nem ao menos trabalho popular”, numa clara alusão à vida nômade dos ciganos. Existiram julgamentos efetuados pelo Tribunal do Santo Ofício da Inquisição”, ao longo da Colônia, onde se referem aos “ciganos” acusados de práticas hechiceriles.

Existem outras alusões ao jeito de existência dos ciganos pela literatura da Nova Espanha. Sor Juana Inés de la Cruz. Segunda onda de imigração cigana. A memória histórica, expressa pela tradição oral da maioria dos grupos ciganos que vivem hoje em dia no México, remonta ao século XIX. Entre 1863 e 1867, o imperador Francisco José I da Áustria enviou contingentes de famílias ciganas, os territórios do Império Austro-húngaro pro México pra apoiar a consolidação do Império de seu irmão Maximiliano.